quarta-feira, 25 de agosto de 2010

E a Bolseteria de Jajá? Vai pra aonde?

Por Jah! Sem bolsas, agora vão restar poucos lugares para os homens colocarem o seu batom Garoto.

toNy pacHeco


Falou-se tanto em demolição das barracas da orla de Salvador, que ia causar desemprego e prejuízos para o turismo, mas não se falou em algo que cala fundo na alma do baiano do sexo masculino: a compra de bolsas na Bolseteria de Jajá.
Entre Piatã e Placaford existia uma "pussy store", oooooops!!!, quero dizer, uma "purse store" que, certos dias, ficava aberta 24 horas, com atendimento por meninas de finíssimo trato: negras, morenas, loiraças belzebu, índias, caboclas. Todas gentilíssimas com a clientela formada de homens com H maiúsculo.
E, aí, um parêntese: quando falo homens com H, falo de homens cujo maior prazer na vida é deliciar-se com comprar uma bolsa, e não aqueles que abriram mão do prazer (e, aí, lembro Sigmund Freud - o homem é um ser que veio a este planeta só para buscar o prazer). Homenzinhos que se contentam em amealhar alguns dólares, euros ou reais para depois deixar o Ricardão gozar seu dinheiro com a patroa depois que eles se vão cedo demais por causa do ataque cardíaco não estão na categoria do H...
Voltando à vaca fria. No paraíso chamado Bolseteria de Jajá, muitos amores foram construídos, muitos encontros memoráveis aconteceram e quem não comprou uma bolsa na Bolseteria de Jajá que atire a primeira pedra (como diria o presidente Lula a respeito da mulher que será apedrejada por Ahimadinejad no Irã).
Eu me diverti enormemente por ali, quando nosso instrutor de karatê nos levava para uma aula de katás e kumitê ao ar livre, aos sábados pela manhã. As atendentes nos tratavam bem, mesmo a gente com nossos quimonos alvos como as flores de cerejeira. Elas tinham a esperança de que a gente largasse aquele negócio de homem atracado com homem e dedicasse uns minutos para apreciar as bolsas. Só não entendiam que nem todo homem gosta de bolsa e, como diria Milton Nascimento, "qualquer maneira de amor vale a pena" kkkkkkkkkk
Pois é, com a demolição da bolseteria, a pergunta que não quer calar é: onde, pelo amor de Jah, se encontrará bolsas como da Bolseteria de Jajá?
E moças tão atraentes e delicadas como as atendentes que tinham o sorriso da cor do sol da manhã, onde se encontrará?

Este é um assunto seriíssimo ao qual deve ser dada resposta imediata, pelo Ministério Público da União e pela Justiça Federal, que, dizem, estão por trás da demolição.
Acabaram com o 63, com a maravilhosa Montanha e, agora, com a Bolseteria de Jajá.
Só falta colocar "burka" nas mulheres de Salvador, a continuar neste ritmo...
Agora, fala sério: esta cidade só tem homem que não gosta de mulher?
Pois esta indiferença com a derrubada de tal patrimônio só pode ser explicada por uma misoginia pra lá de suspeita.
Huuuuummmmmmmm!!!!
Huuuuuummmmmmmmmmm!!!

* para os libidinosos de plantão, que não levaram a sério o meu post, só digo o que está no escudo da Rainha da Inglaterra - "Honi soit qui mal y pense" (Mal haja a quem nisso põe malícia).

5 comentários:

  1. Mas tu és bemhumorado, tchê. nem sabia desta tua veia ops!

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  2. ja comi muito em jaja. kkkkk. de fuder o post

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  3. Não entendi nada e nem sabia que itnha loja de bolsa na praia. Nem todo mundo vive no seu mundo de voc6es.

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  4. me respondes pur favore e tures gostas de mujeres.......bolseteros..................

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  5. Como foi gente ali

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Se vai acusar alguém nominalmente, identifique-se e anexe as provas. Não vamos pagar indenização na Justiça por acusações que não fizemos.