quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Suprema estupidez

Alex Ferraz

Acabo de ver nos sites de notícias que o Supremo Tribunal Federal manteve a censura imposta por Sarney e um juiz amigo ao jornal O Estado de São Paulo, mesmo jornal que foi vítima, como muitos outros, da tenebrosa censura dos militares, durante a ditadura, e publicava receitas de bolo na primeira página para deixar claro que os artigos haviam censurados.

Então, Sarney está agindo de forma idêntica à ditadura militar, o Supremo Tribunal Federal também, e Sarney é aliado de fé de Lula. E UNE, vem CUT, nem sindicato nenhum faz protesto contra Sarney.

Então, então. E aí, lulistas, vão apoiar a censura??

E os coleguinhas jornalistas, do nosso sindicato aqui na Bahia, da ABI e outros sindicatos, continuaraão irresponsavelmente mudos?

Então, se não podem publicar as escutas da bandidagem de Sarney & Filhos, que protejam também o corrupto do Arruda!

Vocês se preeparame, que vem coisa pior aí. E tô dizendo!

O DNA do DEM nos lembra a velha Arena


toNy paCheco

Aconteceu o que se esperava: os manifestantes saíram à rua em Brasília e a Polícia Militar do Distrito Federal, que é comandada pelo governador Arruda, do DEM, acusado de corrupção ativa e passiva, desceu a madeira nos estudantes, todos desarmados, só com faixas nas mãos.
Entre as imagens, vi uma faixa negra com o A circulado do anarquismo e este pessoal foi especialmente agraciado com cassetetadas, balas de borracha, spray de pimenta e, patético, um coronel da PM agrediu um jovem estudante porque tinha uma mensagem contra Arruda na camisa. O coronel rasgou a camisa do menino. Os cinegrafistas da Rede Record receberam uma bala de borracha pelos peitos, porque imprensa, pra essa galera, deveria ser só para "coisas positivas".
Igualzinho nos tempos da ditadura militar, sem tirar nem por.
Os anarquistas denunciam desde o séc. XIX que a democracia burguesa não passa de uma estratégia para manter as massas no comodismo, permitindo manifestações públicas aqui e ali, mas mantendo o mesmo aparato de repressão das massas de qualquer tirania.
No caso específico do DEM, é claro que a Polícia Militar de Brasília é muito mais violenta do que qualquer outra do País. E por que? Como dizia minha avó Verônica, uma alemã retada, "o vício do cachimbo faz a boca torta". Quem é o DEM, o partido dos "Democratas"? É a mesma galera que era do PFL. E quem era o PFL? Era o PDS, partido de Sarney, ACM e outros próceres da República, gente honesta cuja história está escrita com letras de ouro em nossas memórias. E quem era o PDS? Ora, a velha e submissa Arena. A Aliança Renovadora Nacional, partido criado pelos ditadores militares para lhes dar suporte no arremedo de Congresso Nacional que eles permitiam funcionar durante o período de terror que foi de 1964 a 1985.
Portanto, é uma questão de DNA. O DEM é a mesma falecida Arena. Mudou de nome, mas o gene autoritário é o mesmo. Não suportam contestação popular, mesmo quando são pegados com a boca na botija, como é o caso do governador Arruda.
E é assim, mas nem sempre será. Tem sempre uma hora que as pessoas enchem o saco, não aguentam mais tanta manipulação (via futebol, música, religião, família, TV, rádio, jornais...) e saem mesmo à rua e com PM ou sem PM, metem a porra nos ditadores, disfarçados ou não de democratas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Do Começo ao Fim

Achamos natural, certo, que homens não se gostem e se agridam...

... mas ficamos cismados, com medo e até raiva quando vemos dois homens se amando.



Ricardo Líper

Sim, eles são irmãos. Sim, eles são homens. Sim, eles se amam. O filme mostra eles se acariciando e dizendo que se amam. O que é importante e faz dessa pequena sinfonia cinematográfica um prazer e uma obra de arte é que a habilidade dos realizadores mostra que o amor supera fronteiras. E, com frequência, a própria anatomia dos amantes. À medida que o filme avança, mostrando, com cenas muito cuidadosas sem serem covardes, a realidade do amor também físico dos dois, o que sobressai é o sentimento. A paixão. E o amor de um ser humano por outro é tão belo e raro que deixa a plateia muda diante de possíveis irreverências. A maioria não percebeu ainda que, embora mesmo sem ser judeus ou católicos, todos seguem a moral sexual católica que foi imposta na nossa cultura. Por isso aceitamos, mais habitualmente, que homens se esmurrem e se matem, e ficamos confortáveis com isso, do que se acariciem. E que todos nós tenhamos limites, colocados pelo Torá dos judeus e depois pelo "santo" Tomás de Aquino em relação a quem devemos amar. Dai os casamentos catastróficos, as sublimações de paixões proibidas transformadas em nervosas amizades. Sofrimentos, medo, muito medo e nada mais. Não deixem de ver esse lindo filme de amor. Sim, apenas um suave filme de amor.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sonho de uma noite de quase verão

Alex Ferraz

Paulo Krugman, Nobel de Economia, disse que o Brasil tem imenso potencial para se tornar uma economia fortíssima, mas ressalvou que sem infraestrutura e, principalmente, sem educação, nenhuma nação consegue ser superpotência.

Bem, quanto à infraestrutura, basta ver as filas de até 40 quilômetros de caminhões no Porto de Paranaguá, aguardando dias para embarcar mercadorias que acabam apodrecendo nas carrocerias; basta ver o sucateamento absoluto de nossas vias férreas e o péssimo aproveitamento do transporte hidroviário. Basta olhar estradas assassinas, que desde 30 anos ou mais atrás já deveriam ser pistas duplas. E basta ver que, em vez de tentar de VERDADE começar a resolver problemas exacerbados por sucessivos governos omissos (e há algum que não seja?), o atual investiu apenas 5% em infraestrutura.

Quanto à educação, o modelo brasileiro é claro: vamos encher o país de escolas profissionalizantes, o que, em outras, palavras, significa formar operários para alimentar as fábricas da zelite (como diz o messias). E a educação de alto nível fica para a meia dúzia da elite intelectual - no mais das vezes tão cruel e déspota quanto qualquer governo tirano e que se diverte fazendo teses sobre a miséria.
Enfim, é preciso MANTER a ignorância e a pobreza para que os abutres continuem devorando o dinheiro público e sendo louvados, ao mesmo tempo. E isso com a contribuição de intelectuais. Vixe!

Mudar radicalmente - SIM, RADICAL E IMEDIATAMENTE; NADA DESSE PAPO DE QUE É PRECISO DÉCADAS, PARA FICAR MAIS TEMPO MAMANDO NOS COFRES PÚBLICOS (o que garante a continuidade de políticas básicas é o respeito e cumprimento estritos da Constituição, das leis, coisa que passa longe dos homens públicos deste país, em todos os tempos). Diziam eu: mudar radicalmente o perfil do ensino, elevar de pronto, como numa verdadeira revolução cultural (esqueçam o massacre de Mao, não é do que falo!), a qualidade dos professores, seus salários; incentivar a presença de alunos nas escolas para, lá, serem incentivados à discussão, à informação mais completa e profunda, ao conhecimento, à cultura, ao exercício da crítica. Ah, isso ninguém quer fazer! "Não podemos, porque faltam verbas". Zorra nenhuma! Um governo responsável, se é que existe algum, diria: "Companheiros, pegamos o Brasil com uma herança maldita. Nossos antecessores destruíram a educação e a infraestrutura do País. Desde o golpe militar de 1964 temos visto o banimento da cultura, do espírito crítico das escolas, substituído por uma profissionalização apenas para abastecer fábricas. Sim, é necessário especializar-se. Mas achamos que é preciso ter consciência da realidade, de forma crítica; que é preciso ter cultura e muita informação, para que, então, sejamos um povo que saiba decidir seu próprio destino, individualmente e de forma coletiva, inclusive na hora de escolher seus representantes nas casas legislativas e executivas. Precisamos banir de vez da nossa política os corruptos, as bestas feras enganadoras, e não fazer aliança com eles. Portanto, companheiros, para isso temos que gastar muito dinheiro. Então, peço a compreensão de todos e conclamo a que deixemos Copa do Mundo e Olimpíadas, que nos custariam quase duas centenas de bilhões de reais (se levarmos em conta a possibilidade de corrupção) para países que podem gastar isso em espetáculos, já que conseguiram resolver seus problemas básicos de educação e infraestrutura. Tenho certeza de que o povo brasileiro irá me entender. Até porque sou humilde, passei fome no sertão, e sei que nós, o povo, não termos acesso a estádios para esse tipo de espetáculo. Só azelite é que entra. E se vamos ver mesmo pela TV, que diferença faz? Também evitaremos gastos com excesso de funcionalismo público e propaganda. Contrataremos e anunciaremos o estritamente necessário.
A partir deste momento, abriremos um portal na INTERNET PARA INFORMAR, CENTAVO A CENTAVO, COMO ESTAREMOS APLICANDO ESSES BILHÕES NA INFRAESTRUTURA E NA EDUCAÇÃO. Estaremos de portas abertas à imprensa para que, mensalmente, nos questione sobre como estamos avançando na recuperação social deste país.
Com isso, prometo que dentro de dois anos teremos um quadro inteiramente diferente na educação, por exemplo, porque nossos ministros da área não ficarão encastelados em Brasília, mas irão a cada ponto deste país, comandando imenso mutirão para que o quadro se reverta de pronto. Queremos uma nação de pessoas pensantes, de pessoas que trabalhem e ganhem seu próprio sustento, com direito a lazer, roupas, remédios, por sua própria conta. Se for neessário, companheiros, deem-me mais quatro anos para que eu conclua isso. Mas só o façam se realmente estiverem vendo resultados, não pela propaganda oficial, mas concretos. Veja se o seu vizinho está estudando, veja se a violência na sua porta cessou, veja se os hospitais públicos lhe atendem bem, veja se ainda há alguém catando lixo para comer. Aí, então, decidam em quem votar."
E aí, eu acordei...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O que é a liberdade




Ricardo Líper

Libertário é aquele que admite que todos têm o direito de fazer o que quiserem. Seja o que for. Incondicionalmente. Entretanto, ninguém vive sozinho em uma ilha no meio do oceano. Existem os outros, que Sartre, em um grande momento de inspiração, chamou de inferno. Eu, para simplificar, chamo de os chatos. É impossível dizer o que não é chato, ruim ou reprovável. É relativo. Eu sou chato para você e você pode ser chato para mim ou outra pessoa. O critério é não chatear o próximo nem atormentá-lo. Logo, para exercer nossa liberdade não podemos atormentar o semelhante. Daí a máxima liberal: sua liberdade termina onde começa a liberdade do outro. Está certo. Só que a primeira liberdade, a sua, é defendida ardorosamente, mas o direito do outros de não o suportar não é respeitado. A prática disso é que é complicada e sempre saímos prejudicados. Daí eu ensaiar uma solução. Uma utopia que defendo ardorosamente.
Em primeiro lugar, nós precisamos, se necessário pela força da lei, respeitar e não agredir os que são diferentes de nós. Seja que diferença for. Mas não somos obrigados a amá-los e muito menos a conviver com eles. É o nosso direito de exercer nossa liberdade. A lei não manda amá-los, manda respeitá-los. Exemplos. O sujeito adora futebol. Vai fantasiado, aos berros, para o campo de futebol. Sai embriagado com colegas batucando ou esmurrando carros, pessoas ou o que encontrar pela frente. Você não suporta futebol. Qual a solução? Jamais encontrar um sujeito ou sujeitos desses. Embora reconheça que ele deve ser como é e fazer o que gosta e defender esse direito dele sem querer que ele mude o perfil de torcedor de futebol. Solução? Ter bairros em volta de estádios e só esse tipo de gente morar lá. Minha utopia é essa. Liberação da maconha e outras drogas, mas só em determinados locais nos quais todos chegados a isso morariam. Quem gosta de dirigir embriagado. Vias especiais e bairros, também, quem sabe? Quem tem crianças alucinadas que incomodam e levam ao desespero os demais seres humanos. Prédios e bairros para quem tem crianças. Adaptados a esses seres, seus pais, avós e tudo o mais. Indivíduos que têm um apetite sexual imenso e trazem para dentro de casa todos os homens possíveis que encontra pela frente. Edifícios próprios para eles para, em caso de roubo ou assassinato, não envolver os outros moradores. Quem gosta de criar animais desde cachorros até cobras e leões? Locais apropriados e enfim a paz e a liberdade garantida para todos.
A maior expressão da liberdade é o controle remoto da televisão. Apareceu o crente? Um clique e ele desaparece de nossas vistas. Apareceu o Papa? Um clique e ele vai embora. Apareceu ................ digite quem você não suporta, pode botar outros espaços se esse está pouco e clique. Repare, antes de me achar um monstro politicamente incorreto, nós amamos a liberdade incondicionalmente e o direito de todos de exercê-la, mas sem, em hipótese nenhuma, incomodar o próximo e exigir dele convivência, amizade e amor. Amar a liberdade é o suficiente, amar o próximo, sem hipocrisia, é amar a você mesmo encarnado no outro... Que todos sejam como querem ser, mas não nos obrigue a conviver com eles. Podem atirar as pedras, cristãos não assumidos, mas sei que quando chateados pelos filhos do vizinho concordarão intimamente, sem querer, comigo.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Arruda, a UNE e os sindicatos

Alex Ferraz

"Podemos estar enfrentando uma crise de ideologias, mas nunca de ideais, de lutar por justiça social. Povos oprimidos, pessoas perseguidas, todos os gêneros de ditadura são terríveis, de direita ou de esquerda." (Ernesto Sabato)


Está aí mais um escândalo de corrupção. O governador de Brasília, José Roberto Arruda, envolvido até o pescoço na lama que caracteriza o Brasil e TODOS OS SEUS GOVERNOS. Não é preciso entrar em detalhes, pois tenho certeza que os leitores deste blog são muito bem informados pela mídia em geral.

Aí, vejam só, reapareceram os heróis da UNE para fazer quebra-quebra, junto com meia dúzia de sindicalistas.

Que o ato em si, foi justíssimo, não há dúvida. É para exigir mesmo a saída da quadrilha do governo do DF, já.

Mas por que a UNE e sindicalistas não fizeram o mesmo com os mensaleiros do PT? Teve dinheiro na cueca do cunhado de Genoíno, sim senhor!

Por que a UNE e os sindicalistas não exigem a expulsão de Collor (como o fizeram, e muito bem - participei, inclusive, nas ruas - em 1992) das hostes petistas? Por que não protestaram com veemência e quebra-quebra contra as escandalosas práticas de Sarney, presidente do Congresso, conhecido desde tempos idos como "o ACM do Maranhão"? Por que não protestaram contra o presidente do Irã, que inocentou os nazistas, reprime, tortura e mata homossexuais, humilha mulheres e censura a informação?

Porque, senhores, estão ganhando muito dinheiro, essas lideranças, para defender o PT e seu governo.

JÁ SEI!

Vão comentar dizendo que devo rodar a baiana na Rua Chile, que sou de direita, que escrevo mal pacas, que meu texto é doido, que não tenho coerência, que sou irado, e tudo mais. Só não vão responder as perguntas que fiz. Ponto final!

Em tempo: lembrando meu avô, mais uma gaitada para essa gente que pensa que engana todo mundo com coação moral: quá-quá-quá-quá...

Tcha e bênção!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Cueca pra lá, cueca pra cá. O que falta ainda acontecer no Brasil?

TONY pacheco


Nosso primeiro presidente do regime democrático instaurado em 1985 foi José Sarney, que nem eleito para isso foi. Substituiu Tancredo Neves que morreu sem tomar posse.
Sarney, como se sabe, dá ao mundo exemplo de como construir uma fortuna pessoal e familiar no Maranhão e em muitos outros lugares deste vasto País, sempre com honestidade e sem colocar a mão em um centavo sequer de dinheiro público, a não ser, claro, seus baixíssimos vencimentos de senador.
Depois veio o primeiro presidente eleito pelo voto popular depois da Ditadura Militar, Fernando Collor de Mello, o queridinho da Rede Globo. Eleito para acabar com os privilégios de uma elite de funcionários dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), que ganhavam fortunas do Erário através de maracutaias. Ele era o "Caçador de Marajás". Combateu tanto a corrupção, o Sr. Collor, que sofreu um processo de impeachment por corrupção ativa e passiva e renunciou.
Veio Itamar Franco, vice de Collor, ficando um ano e pouco no cargo, o suficiente para lançar o Plano Real, que, verdade seja dita, estabilizou a economia. Mas, em compensação, ...udeu as classes menos favorecidas, pois tudo sobe de preço neste Plano Real, menos o meu e o seu salários. Que não tem inflação é uma balela. Veja quanto você pagava por um medicamento em 1994 e quanto você paga pelo mesmo medicamento hoje... Você vai tomar um susto como a inflação zero não é zero coisíssima alguma.
Elegeu-se, então, o ministro da Fazenda de Itamar, Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. Este logo mostrou a que veio, privatizando empresas estatais que nossos pais e avós lutaram décadas para erguer. Na telefonia, por exemplo, entregou todo o nosso patrimônio construído para ser explorado por espanhóis, portugueses, italianos etc. E o que temos hoje em dia é muito telefone celular e um serviço que vai do péssimo ao lamentável, com a telefonia sendo campeã em queixas dos consumidores. Na telefonia fixa, o maior escândalo. Foi feita a privatização para estabelecer a concorrência e acabou tudo nas mãos de uma única empresa. A CONCORRÊNCIA MONOPOLISTA, uma invenção de FHC e seu PSDB. Fernando Henrique também inventou a reeleição, promovendo uma até hoje não explicada maioria no Congresso que aprovou ele continuar nos governando mais quatro anos. Acabou ficando oito anos no Planalto para ...uder de vez com todos nós, inclusive, promovendo a mexida nas aposentadorias e ...udendo com os trabalhadores que estavam prestes a se aposentar.
Finalmente, veio Lula, do PT, prometendo um governo voltado para as classes trabalhadoras, esquecidas em 500 anos de Brasil. O que se viu foi uma sucessão de escândalos que não cessa. Primeiro, envolvendo o próprio governo Lula, com pagamento de mensalão para que os congressistas votassem com o governo, dólares na cueca do irmão de Genoínio, o tesoureiro do PT envolvido em "n" falcatruas e por aí vai. Depois o filho do presidente sendo acusado de ser sócio da Telemar.
E, no momento atual, o DEM, principal opositor do governo Lula, mostrando que não tem moral para criticar ninguém, pois o governador Arruda, no Distrito Federal, instaurou um regime de cueca cheia de dinheiro público igualzinho ao do irmão de Genoíno.
E eu, sem nenhum espanto, achando tudo previsível num País marcado pela ganância e descompromisso total dos grupos dominantes com a população, pergunto: que porra ainda falta acontecer no Brasil para que haja uma revolução popular neste país de bananas? Uma revolta que varra esta corja e não deixe pedra sobre pedra?